segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Como funciona o cérebro da mulher quando está menstruada?
O hipocampo, o hipotálamo e as amígdalas são as zonas mais afetadas pelas mudanças hormonais produzidas pelo ciclo menstrual.
O ciclo menstrual da mulher afeta seu cérebro de várias formas, umas mais positivas, outras mais negativas. Hormônios como o estrogênio, progesterona e testosterona flutuam durante o ciclo menstrual da mulher, e as diferentes dosagens destes hormônios podem influenciar no estado de ânimo e na autoestima das mulheres. Mas, que mudanças são essas que são produzidas no cérebro?

Durante a síndrome pré-menstrual, os hormônios começam a flutuar e a alterar a química do cérebro que nos mantém equilibradas e em estado de alerta. Com o ciclo menstrual (28 dias em média) começam os altos e baixos nos estrogênios e seu eco no cérebro feminino. Segundo um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences(PNAS), o aumento dos níveis de estrogênio durante estes dias, estimulam a liberação de endorfinas que eliminam esta espécie de “névoa mental”, que sentem as mulheres durante a síndrome pré-menstrual, por isso, os primeiros dias da menstruação vêm marcados, em algumas mulheres, por um aumento da energia, da felicidade e também de inspiração. 
Segundo o estudo exposto, este aumento do estrogênio também aumenta a conexão sináptica no hipocampo em até 25%, e isso afeta a memória em curto prazo e a tomada de decisões. Portanto, as decisões impulsivas ficam descartadas durante estes dias devido ao aumento do hormônio. Quanto maiores forem os níveis desse hormônio, menos impulsiva se torna a mulher.
A dor menstrual, comum em cada três de cada quatro mulheres em idade fértil, é variável, e sua intensidade, se for muito alta, pode inclusive prejudicar o desenvolvimento cognitivo. Isto se deve a que as dores mais fortes provocam mudanças no volume da massa cinzenta do cérebro, como já foi determinado por um estudo publicado na revista Pain. No entanto, a dor menstrual não afeta somente a massa cinzenta, mas também o funcionamento cognitivo geral do cérebro feminino. As mulheres experimentam uma diminuição em sua capacidade para realizar tarefas complexas, porque seu rendimento é diminuído em facetas como a atenção. 

Así funciona el cerebro de la mujer cuando tiene la menstruación
El hipocampo, el hipotálamo y la amígdala tienden a ser las zonas más afectadas por los cambios hormonales producidos por el ciclo menstrual.
El ciclo menstrual de la mujer afecta a su cerebro en un abanico importante de formas, unas más positivas y otras negativas. Hormonas como los estrógenos, la progesterona y la testosterona fluctúan durante el ciclo menstrual de la mujer y las distintas “oleadas” de estas hormonas en el organismo pueden influir en el estado de ánimo y en la autoestima de las féminas. Pero, ¿qué cambios produce en el cerebro?
Durante el síndrome premenstrual, las hormonas comienzan a fluctuar y a alterar la química del cerebro que nos mantiene equilibrados y en estado de alerta. Una vez llega el ciclo menstrual (cada 28 días de promedio) comienzan los altibajos en los estrógenos y su eco en el cerebro femenino. Según un estudio publicado en la revista Proceedings of the National Academy of Sciences(PNAS), el aumento de los niveles de estrógenos durante estos días, estimulan la liberación de endorfinas que eliminan esa especie de “niebla mental” que sienten las mujeres durante el síndrome premenstrual, ya que los niveles de estrógenos están directamente asociados con el bienestar emocional de la mujer; por ello, los primeros días de la menstruación vienen marcados, en algunas mujeres, por un aumento de la energía, de la felicidad e incluso de inspiración.
Pero este aumento del estrógeno también aumenta la conectividad sináptica en el hipocampo, hasta un 25%, según expone el estudio, lo que afecta a la memoria a corto plazo y la toma de decisiones. Por tanto, las decisiones impulsivas quedan descartadas durante estos días, debido al aumento de la hormona. Cuanto mayores sean los niveles de estrógeno, menos impulsiva es una mujer.
El dolor menstrual, común en 3 de cada 4 mujeres en edad fértil, es variable y su intensidad, si llega a ser grave, puede incluso nublar el funcionamiento cognitivo; esto se debe a que los dolores más fuertes provocan cambios en el volumen de la materia gris del cerebro, como ya determinó un estudio publicado en la revista Pain. Sin embargo, el dolor menstrual no solo afecta a la materia gris sino al funcionamiento cognitivo general del cerebro femenino. Las mujeres experimentan una disminución en su capacidad para llevar a cabo tareas complejas ya que su rendimiento se ve mermado en facetas como la atención.


sexta-feira, 4 de setembro de 2015


O abuso da maconha pode causar danos ao centro do prazer no cérebro
Sarah Romero – Muy Interesante
Fumar grandes quantidades de maconha, durante um espaço de tempo prolongado, pode provocar o efeito contrário que que costumam buscar aqueles que fumam, já que, um estudo acaba de determinar que isto danifica o centro do prazer no cérebro, responsável pelas sensações de prazer e recompensa.
Os cientistas sabem que o uso abusivo de drogas pode causar estragos no sistema da dopamina, um ingrediente principal no sistema de recompensa do cérebro. As pessoas que abusam do álcool e da cocaína, por exemplo, produzem menos dopamina em seu cérebro que as pessoas que não os utilizam. Agora, este estudo, realizado pelo Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas em Bethesda (EUA) queria averiguar se este mesmo efeito é produzido nas pessoas que fumam grandes quantidades de maconha.
Para isso, trabalharam com metilfenidato, um estimulante que aumenta a quantidade de dopamina no cérebro, que foi distribuído entre 24 fumadores empedernidos de maconha (com média de 5 cigarros por dia, 5 dias da semana, durante 10 anos) e 24 pessoas no grupo de controle.
As imagens cerebrais revelaram que ambos os grupos produziram dopamina extra depois de tomar o medicamento, mas, enquanto que no grupo de controle houve um aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, assim como afirmaram que se sentiram inquietos, os consumidores de maconha não o fizeram, não foram afetados. Suas respostas foram tão fracas que os pesquisadores chegaram a suspeitar que o metilfenidato pudesse estar vencido (Mas, não estava).
Esta falta de resposta física sugere que as pessoas que abusam da maconha poderiam ter danificado o circuito de recompensa do cérebro. O cérebro dessas pessoas, apesar de produzir a mesma quantidade de dopamina que aqueles que não usam drogas, não sabe o que deve fazer com ela, produzindo-se uma espécie de desconexão

El abuso de marihuana puede dañar el centro de placer del cerebro
Sarah Romero – Muy Interesante 
Fumar grandes cantidades de marihuana durante un espacio de tiempo prolongado puede provocar el efecto contrario que suelen buscar los que la fuman, ya que, un estudio acaba de determinar que ésto daña el centro de placer del cerebro, responsable de las sensaciones de placer y recompensa.
Los científicos saben que el abuso de drogas puede causar estragos en el sistema de la dopamina, un ingrediente principal en el sistema de recompensa del cerebro. Las personas que abusan del alcohol y de la cocaína, por ejemplo, producen mucha menos dopamina en su cerebro que las que no lo hacen. Ahora, este estudio, llevado a cabo por el Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas en Bethesda (EEUU) quería averiguar si este mismo efecto se produce en los que fuman grandes cantidades de marihuana.
Para ello, trabajaron con metlfenidato, un estimulante que aumenta la cantidad de dopamina en el cerebro, que fue distribuido entre 24 fumadores empedernidos de marihuana (con una media de 5 porros al día, 5 días a la semana durante 10 años) y 24 personas en el grupo de control.
Las imágenes cerebrales revelaron que ambos grupos produjeron dopamina extra después de tomar el medicamento; pero mientras que el grupo de control experimentó un aumento de la frecuencia cardíaca y de las lecturas de la presión arterial así como afirmaron sentirse inquietos, los consumidores de marihuana no lo hicieron, no les afectó. Sus respuestas fueron tan débiles que los investigadores llegaron a plantearse si el metilfenidato estaría caducado (que no lo estaba).
Esta falta de respuesta física sugiere que las personas que abusan de la marihuana podrían haber dañado el circuito de recompensa del cerebro. Su cerebro, a pesar de producir la misma cantidad de dopamina que los que no toman drogas, su cerebro no sabe qué hacer con ella, produciéndose una especie de “desconexión”.





quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A tristeza afeta a percepção das cores
Confirmada uma associação entre as cores e as emoções que sentimos

Alimentos que te fazem ficar de bom humor… “Quando estou triste vejo tudo cinza”. Esta impressão de que o mundo nos parece mais cinza e opaco do que o normal, quando estamos com o ânimo muito baixo, tem mais de veracidade que de metáfora. Uma nova pesquisa da Universidade de Rochester (EUA) propõe que a sensação de tristeza pode mudar a forma em que percebemos as cores. O estudo foi publicado na revista Psychological Science.
Há um vínculo específico entre a tristeza e nossa capacidade de perceber as cores? Este foi o ponto de partida do experimento para o qual os pesquisadores contaram com 127 participantes, os quais foram divididos em três grupos escolhidos por acaso: o primeiro observou uma comédia hilariante para provocar um estado de ânimo alegre e divertido; o segundo assistiu a um filme dramático com um final cheio de lágrimas; e o terceiro grupo, permaneceu como grupo de controle, sem visualizar nada.
Após o experimento, os pesquisadores mostraram aos voluntários 48 amostras de cores consecutivas, e foi pedido a eles que indicassem qual a cor principal – vermelho, amarelo, verde ou azul – a qual pertenciam. Os resultados revelaram que as pessoas induzidas a sentir tristeza eram menos precisas na identificação das cores no eixo azul-amarelo, que os que eram emocionalmente neutros ou inclusive, aqueles induzidos para sentir alegria.
 “Nossos resultados mostram que o estado de ânimo e as emoções podem afetar a maneira como vemos o mundo que nos rodeia. Nosso trabalho avança o estudo da percepção, mostrando que a tristeza afeta especificamente os processos visuais básicos que estão implicados na percepção da cor”, explica Christopher Thorstenson, líder do estudo.
Muy Interesante.


La tristeza afecta a la percepción de los colores
Sarah Romero
Confirman una asociación entre los colores y las emociones que sentimos.
“Cuando estoy triste, lo veo todo de color gris”. Esta impresión de que el mundo nos parece más gris y opaco de lo normal cuando estamos con los ánimos bajos, tiene más de certeza que de metáfora. Una nueva investigación de la Universidad de Rochester (EE.UU.) plantea que la sensación de tristeza puede cambiar la forma en la que percibimos el color. El estudio ha sido publicado en la revista Psychological Science.
“Cuando estoy triste, lo veo todo de color gris”. Esta impresión de que el mundo nos parece más gris y opaco de lo normal cuando estamos con los ánimos bajos, tiene más de certeza que de metáfora. Una nueva investigación de la Universidad de Rochester (EE.UU.) plantea que la sensación de tristeza puede cambiar la forma en la que percibimos el color. El estudio ha sido publicado en la revista Psychological Science.
Tras estos, los investigadores mostraron a los voluntarios 48 muestras de color consecutivas y se les pidió que indicaran a qué color principal -rojo, amarillo, verde o azul- pertenecían. Los resultados revelaron que las personas inducidas a sentir tristeza eran menos precisas en la identificación de los colores en el eje azul-amarillo que los que eran emocionalmente neutrales o incluso los inducidos para sentir alegría.
“Nuestros resultados muestran que el estado de ánimo y las emociones pueden afectar la manera en que vemos el mundo que nos rodea. Nuestro trabajo avanza el estudio de la percepción mostrando que la tristeza afecta específicamente a los procesos visuales básicos que están implicados en la percepción del color”, explica Christopher Thorstenson, líder del estudio.



Três coisas que aumentam o tamanho do teu cérebro
Elena Sanz

A neurociência demonstrou recentemente que o tamanho do cérebro está relacionado com certos hábitos e habilidade como os seguintes:

Exercício aeróbico. De acordo com um estudo feito nos EUA e publicado no ano passado na revista PNAS, o exercício físico moderando, em adultos de idade avançada, aumenta o tamanho do hipocampo, uma região cerebral com forma de cavalo do mar que se encarrega da formação de novas lembranças. Este aumento repercute, sobretudo, segundo os autores, numa melhora da memória espacial.

Meditação. A meditação aumenta o tamanho do cérebro, tal e como demonstrou um estudo do laboratório de neuro imagem da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA). Concretamente, as pessoas que meditam têm mais volume de neurônios no hipocampo, e em áreas como o tálamo e o córtex orbi frontal, ligadas a regulagem das emoções.

Amizade. Os seres humanos necessitam usar uma série de habilidades cognitivas para conservar certo número de amigos, por exemplo, serem capaz de adivinhar o que a outra pessoa está pensando, ter desenvolvida a empatia, ou ser bom observador. Isso explicaria por que as pessoas com maior número de amigos têm uma região do cérebro chamada córtex orbital pré-frontal de um tamanho superior a média da população, tal como publicaram pesquisadores das Universidades de Oxford, Liverpool e Manchester na revista Proceedings of the Royal Society B.

Tres cosas que aumentan el tamaño de tu cerebro
Elena Sanz

La neurociencia ha demostrado recientemente que el tamaño del cerebro está relacionado con ciertos hábitos y habilidades como los siguientes: 

Ejercicio aeróbico. De acuerdo con un estudio estadounidense publicado el año pasado en la revista PNAS, el ejercicio físico moderado en adultos de edad avanzada aumenta el tamaño del hipocampo, una región cerebral con forma de caballito de mar que se encarga de la formación de nuevos recuerdos. Este aumento repercute sobre todo, según los autores, en una mejora de la memoria espacial. 

Meditación. La meditación aumenta el tamaño del cerebro, tal y como demostraba un estudio del laboratorio de neuroimagen de la Universidad de California en Los Ángeles (EE UU). Concretamente, las personas que meditan tiene más volumen de neuronas en el hipocampo y en áreas como el tálamo y la corteza orbitofrontal, ligadas a la regulación de las emociones. 

Amistad. Los seres humanos necesitamos usar una serie de habilidades cognitivas para conservar cierto número de amigos, por ejemplo ser capaz de adivinar lo que otra persona está pensando, tener desarrollada la empatía o ser buen conversador. Eso explicaría por qué las personas con mayor número de amigos tienen una región del cerebro llamada corteza orbital prefrontal de un tamaño superior a la media de la población, tal y como publicaban investigadores de las Universidades de Oxford, Liverpool y Manchester en la revista Proceedings of the Royal Society B.



quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Assim evoluiu o corpo humano
Os fósseis de Atapuerca revelam um novo modelo na evolução do corpo humano: mais corpulentos, mas, com menos cérebro.

          Uma equipe de pesquisadores de diversos centros espanhóis, liderados pelo Centro Misto da Universidade Complutense de Madri e o Instituto de Saúde Carlos III de Evolução e Comportamentos Humanos (Espanha) examinou os fósseis (ossos) encontrados em uma espécie de jazigo localizado em uma caverna, na Serra da Atapuerca, acrescentando um novo modelo na evolução do corpo humano, estabelecendo, portanto, quatro fases ou etapas de evolução.
          Os cientistas analisaram detalhadamente os fósseis, que são abundantes, do esqueleto pós-cranial (do pescoço para baixo), de aproximadamente 430.000 anos e recuperados durante os últimos 20 anos, neste já conhecido lugar. Os resultados possibilitaram o estabelecimento de quatro grandes modelos sucessivos em nossa evolução.
          As quatro etapas na evolução do corpo humano ficariam da seguinte forma: primeiro, os ardipitecos (arborícola e ocasionalmente bípede), logo, os australopitecos (bípede, mas com inegáveis capacidades arbóreas), posteriormente, a do humano “arcaico” (como o Homo eretos, largo, robusto, e com locomoção exclusivamente terrestre), e por último, o humano moderno (alto, delgado e com esqueleto fino).
          “Foi realizada uma pesquisa mundial do esqueleto (forma do corpo, peso, altura, dimorfismo do tamanho corporal), e uma análise detalhada de cada parte anatômica, para poder estabelecer a evolução da forma do corpo no gênero Homo que agora se propõe”, explica Carlos Lorenzo, coautor do estudo.

          Segundo o estudo, que foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), os humanos encontrados na Serra de Atapuerca eram relativamente altos (1,63 metros), tinham corpo musculoso e largo (com um peso médio de 69-70 Kg), mas, com menos massa corporal que os homens de Neandertal.



Así evolucionó el cuerpo humano
Los fósiles de Atapuerca revelan un nuevo modelo en la evolución del cuerpo humano: más corpulentos pero con menos cerebro.

Un equipo de investigadores de diversos centros españoles, liderados por el Centro Mixto Universidad Complutense de Madrid y el Instituto de Salud Carlos III de Evolución y Comportamiento Humanos (España) ha examinado los fósiles de la Sima de los Huesos en el yacimiento de la Sierra de Atapuerca, añadiendo un nuevo modelo en la evolución del cuerpo humano, estableciéndose por tanto cuatro fases o etapas evolutivas.
Los científicos han analizado al detalle los fósiles -que son muchos- del esqueleto postcraneal (del cuello para abajo), datados en unos 430.000 años y recuperados durante los últimos 20 años en este conocido yacimiento. Los resultados han posibilitado el establecimiento de cuatro grandes patrones sucesivos en nuestra evolución.
Las cuatro etapas en la evolución del cuerpo humano quedarían de la siguiente forma: primero, los ardipitecos (arborícola y ocasionalmente bípedo); luego, losaustralopitecos (bípedo pero con innegables capacidades arbóreas); posteriormente, la del humano “arcaico”(como el Homo erectus, ancho, robusto y con locomoción exclusivamente terrestre); y, por último, el humano moderno (alto, estrecho y con esqueleto grácil).
 Se ha realizado una investigación global del esqueleto (forma del cuerpo, peso, altura, dimorfismo del tamaño corporal) y un análisis detallado de cada parte anatómica para poder establecer la evolución de la forma del cuerpo en el género Homo que ahora se propone”, explica Carlos Lorenzo, coautor del estudio.
Según el estudio, que ha sido publicado en la revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)los humanos de la Sima de los Huesos eran relativamente altos (1,63 metros) y con cuerpo musculoso y ancho (con un peso medio de 69-70 kgs) pero con menos masa cerebral que los neandertales.

 



terça-feira, 1 de setembro de 2015

As amizades na adolescência são peças chave para ter uma boa saúde
As pessoas que fazem boas amizades e as conservam durante a adolescência costumam ter melhor saúde quando se aproximam dos 30 anos do que aquelas que não fazem isso.

Assim indica uma equipe de psicólogos das Universidades de Virgínia e Utah, nos EUA, que estudou durante 14 anos a evolução pessoal e o histórico clínico de 171 pessoas. Num ensaio publicado na revista Psychological Science, estes pesquisadores assinalam que este tipo de relações proporciona aos adolescentes algumas de suas experiências emocionais mais intensas.
Muitas vezes, isso leva a quem faça parte de um grupo de amigos adotarem os pontos de vista de seus colegas inclusive quando isso supõe um custo significativo desde um ponto de vista pessoal. “Este tipo de interações sociais, nas quais se sobrepõem os desejos dos amigos sobre os próprios objetivos, redundam numa diminuição do estresse vital”, indica Joseph P. Allen, do departamento de Psicologia da Universidade de Virgínia, que coordenou este trabalho.
Allen e seus colaboradores estudaram as relações de 171 adolescentes, desde os 13 anos até os 17, e eles deram uma atenção especial para a comunicação, grau de confiança e conexão emocional que mantinham com seus melhores amigos. Uma década mais tarde, os cientistas analisaram as possíveis doenças, hospitalizações e quadros de ansiedade e depressão que essas mesmas pessoas apresentavam entre os 25 e 27 anos de idade.
Assim, determinaram que quem havia tido melhor conexão com seus amigos se encontrava mais sadio, inclusive quando se levava em conta outras variáveis, como o índice de massa corporal, o consumo de drogas, etc. Na opinião desses especialistas, a relação se encontra nas boas relações forjadas na adolescência, que contribuem para reduzir os níveis de ansiedade e os sintomas depressivos, inclusive anos depois.

 Las amistades en la adolescencia son claves para una buena salud
Las personas que hacen buenas amistades y las conservan durante la adolescencia suelen poseer una mejor salud cuando se acercan a los treinta que quienes no lo hacen.

Así lo indica, al menos, un equipo de psicólogos de las universidades de Virginia y Utah, en EE. UU., que ha estudiado durante 14 años la evolución personal y el historial clínico de 171 personas. En un ensayo publicado en la revistaPsychological Science, estos investigadores señalan queeste tipo de relaciones proporcionan a los adolescentes algunas de sus experiencias emocionales más intensas.
Muchas veces, esto lleva a quienes forman parte de un grupo de amigos aadoptar los puntos de vista de sus colegas incluso cuando suponga un coste significativo desde un punto de vista personal. “Este tipo de interacciones sociales, en las que se anteponen los deseos de los amigos sobre los propios objetivos, redundan en una disminución del estrés vital”, indica Joseph P. Allen, del Departamento de Psicología de la Universidad de Virginia, que ha coordinado este trabajo.
Allen y sus colaboradores estudiaron las relaciones de 171 adolescentes, desde los 13 a los 17 años, y pusieron especial atención en la comunicación, grado de confianza y conexión emocional que mantenían con sus mejores amigos.Una década más tarde, los científicos analizaron las posible dolencias, hospitalizaciones y cuadros de ansiedad y depresión que esas mismas personas presentaban entre los 25 y los 27 años.
Así, determinaron que quienes habían mostrado una mayor “conectividad” con sus amigos se encontraban más sanos, incluso cuando se tenían en cuenta otras variables, como los ingresos, el índice de masa corporal o el consumo de drogas. En opinión de estos expertos, la relación se encuentra en que las buenas relaciones forjadas durante la adolescencia contribuyen a reducir los niveles de ansiedad y los síntomas depresivos incluso años después.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Afasia y bilingüismo, cómo afecta esta patología a los hablantes de dos idiomas
Afasia e bilinguismo, como essa patologia afeta os falantes de dois idiomas
La profesora de la UPV/EHU Amaia Munarriz comparte con aprendemas.com sus investigaciones en el ámbito de la lingüística.
A professora da UPV/EHU Amaia Munarriz compartilha com aprendemas.com suas pesquisas no âmbito da linguística.
ALBA LOREDO Descrição: Fecha 31.08.2015
Tagged afasia bilinguismo estudo linguagem trastornos
¿Cómo afecta la afasia en los bilingües? La profesora de Lingüística y Estudios Vascos de la UPV/EHU ha realizado su tesis de investigación en busca de la respuesta a ésta pregunta en los hablantes de euskera y castellano, un campo apenas estudiado. Las personas con afasia han tenido algún tipo de lesión en las áreas del lenguaje de la corteza cerebral que les provoca una pérdida o trastorno en su capacidad de hablar.
Como a afasia afeta os bilíngues? A professora de Linguística e Estudos Vascos da UPV/EHU realizou sua pesquisa de tese procurando a resposta para esta pergunta nos falantes de euskera (língua falada no país Vasco) e castelhano, um campo pouco estudado. As pessoas com afasia tiveram algum tipo de lesão nas áreas de linguagem do córtex cerebral, que provoca nelas uma perda ou transtorno em sua capacidade para falar.
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Descrição: Fecha18.03.2015
Eva Sereno
Como o cérebro processa as palavras?
 "Uno de los resultados principales ha sido que no se organizan los componentes de la misma manera en las dos lenguas, y que no todos los componentes están por así decirlo almacenados o unidos de la misma manera en el cerebro, por eso podemos encontrar algunos aspectos afectados en una lengua pero no en la otra", explica Munarriz a aprendemas.com.  Para llegar a esta conclusión y después de investigaciones previas, realizó distintas sesiones de trabajo con un paciente de afasia bilingüe y los comparó con los resultados de una persona bilingüe pero sin patología del lenguaje y con monolingües en castellano que sí tenían este trastorno.

 “Um dos principais resultados foi que os componentes não se organizam da mesma maneira nas duas línguas, e que nem todos os componentes estão armazenados ou unidos da mesma maneira no cérebro, por isso podemos encontrar alguns aspectos afetados numa língua, mas não na outra”, explica Munarriz à aprendemas.com. Para chegar a esta conclusão, e depois de pesquisas prévias, realizou diferentes sessões de trabalho com um paciente de afasia bilíngue, e os comparou com os resultados de uma pessoa bilíngue, mas sem a patologia da linguagem, e com monolíngues em castelhano que tinham esse transtorno.
"Los estudios han demostrado que los síntomas varían en función del tipo de lengua, no se manifiestan siempre de la misma manera. Por ejemplo, en el caso del euskera y castellano, con respecto a la comprensión de las oraciones de relativo (estructura considerada lingüísticamente compleja), las oraciones que resultan más difíciles para comprender son diferentes en una lengua y en otra", señala la investigadora.
“Os estudos demonstraram que os sintomas variam em função do tipo de língua, não se manifestam sempre da mesma maneira. Por exemplo, no caso do euskera e castelhano, em relação à compreensão das orações relativas (estrutura considerada linguisticamente complexa), as orações que resultam mais difíceis para compreender são diferentes numa língua e em outra”, assinala a pesquisadora.
El euskera está considerado como una lengua SOV, en la que el orden natural de las palabras es sujeto-objeto-verbo; mientras que el castellano es SVO ya que las más habituales son las de sujeto-verbo-objeto. "Así en castellano las relativas de objeto (la chica que besa la madre) son más complejas que las de sujeto (la chica que besa a la madre), pero en euskera sucede al revés. Eso no quiere decir que la afasia afecte más a un tipo de lengua que a otra", aclara.
Lo que sí ha descubierto es que las lesiones no dañan a todos los niveles lingüísticos por igual. En el estudio de caso ha comprobado que la parte fonético-fonológica (tanto a nivel de palabra como a nivel de sonido) y la morfosintáctica estaban alteradas, aunque en cada una de ellas había aspectos preservados. "No hemos encontrado dificultades a nivel semántico o del significado. Sin embargo no se puede generalizar y concluir que hay algunos aspectos que se ven más afectados siempre", asevera Munarriz. "De todas formas es cierto que hay síntomas como la dificultad para acceder a las palabras que aparecen en la mayoría de pacientes con patologías del lenguaje".
O euskera é considerado como uma língua SOV, onde a ordem natural das palavras é sujeito-objeto-verbo; enquanto que no castelhano é SVO, já que as mais habituais são as de sujeito-verbo-objeto. “Assim no castelhano, as relativas de objeto (la chica que besa la madre) são mais complexas que as de sujeito (la chica que besa a la madre), mas no euskera acontece tudo ao contrário. Isso não quer dizer que a afasia afete mais a um tipo de língua que a outra, esclarece.
Ela descobriu que as lesões não danificam todos os níveis linguísticos da mesma forma. O estudo de caso comprovou que a parte fonético-fonológica (tanto em nível de palavra como em nível de som), e a morfossintática estavam alteradas, embora em cada uma delas houvesse aspectos preservados. “Não encontramos dificuldades em nível semântico ou do significado. No entanto, não se pode generalizar e concluir que há alguns aspectos que são mais afetados sempre”, assegura  Munarriz. “De todas as formas, é certo que existem sintomas como a dificuldade para conectar as palavras que aparecem na maioria dos pacientes com patologias da linguagem”.
Una de las cuestiones clave es saber si cuando se hablan dos lenguas el cerebro está más preparado para recuperarse de este tipo de lesiones. "No creo que podamos responder a esa pregunta todavía. Sin embargo, uno de los descubrimientos con pacientes afásicos ha sido que las mejoras debido al tratamiento o a la recuperación espontánea en una lengua también se pueden extender y generalizar a la lengua no tratada", afirma. Por su trabajo ya se han interesado expertos en la materia y lo ha presentado ante neurólogos, psicólogos y lingüistas.
Uma das principais questões é saber se quando se fala duas línguas o cérebro está preparado para se recuperar desse tipo de lesões. “Não acredito que possamos responder essa pergunta, ainda. No entanto, uma das descobertas com pacientes afásicos foi que as melhoras que acontecem devido ao tratamento ou a recuperação espontânea numa língua, também se pode estender e generalizar à língua não tratada”, afirma. Especialistas no assunto já se interessaram por seu trabalho, e ela também o apresentou para neurologistas, psicólogos e linguistas.
"No creo que pueda hablar de beneficios cognitivos, ya que no los he estudiado, aunque sí que otros estudios han encontrado beneficios en cuanto a retardo en deterioro del lenguaje, facilidad para realizar tareas de conflicto, entre otras", recuerda Munarriz sobre el fenómeno del bilingüismo. Su objetivo es conocer en detalle el modo en el que se manifiestan las dificultades lingüísticas para realizar evaluaciones de las mismas que serán la base para desarrollar tratamientos de cara a la rehabilitación de estas habilidades.
“Não acredito que possa falar de benefícios cognitivos, porque não os estudei, embora outros estudos encontraram benefícios em relação ao retardo em deterioro da linguagem, facilidade para realizar tarefas de conflito, entre outras”, recorda Munarriz sobre o fenômeno do bilinguismo. Seu objetivo é conhecer detalhadamente, o modo no qual se manifestam as dificuldades linguísticas para realizar avaliações das mesmas que, serão a base para desenvolver tratamentos de reabilitação destas habilidades.
A raíz de otras investigaciones se ha concluido que una de las mejores gimnasias para el cerebro es el bilingüismo. Se ha demostrado que hablar dos lenguas permite combatir mejor ciertas enfermedades como el Alzheimer o la demencia. Científicos de la Universidad de Northwestern como la profesora Viorica Marian también señalan que las mentes bilingües están mejor equipadas para procesar la información.
Em função de outras pesquisas foi concluído que uma das melhores ginásticas para o cérebro é o bilinguismo. Foi demonstrado que falar duas línguas permite melhor combater certas doenças como o Alzheimer ou a demência. Cientistas da Universidade de Northwestern como a professora Viorica Marian também assinalam que as mentes bilíngues estão mais bem equipadas para processar a informação.
A su vez, hace unos meses se publicó en la revista 'PNAS' que aprender una segunda lengua en la edad adulta de manera inmersiva tiene el mismo efecto positivo en el cerebro que el bilingüismo. Los científicos liderados por Christos Pliatsikas, de la Escuela de Psicología de la Universidad de Kent, mostraron cómo mejoraba la cobertura de mielina, que es el componente que garantiza la transmisión de los conocimientos en la materia blanca del cerebro, tanto en personas bilingües, como en las que aprenden un segundo idioma.
Há alguns meses, foi publicado na revista ‘PNAS’ que aprender uma segunda língua na idade adulta, na maneira de imersão, tem o mesmo efeito positivo no cérebro que o bilinguismo. Os cientistas liderados por Christos Pliatsikas, da Escola de Psicologia da Universidade de Kent, mostraram como melhorava a cobertura de mielina, que é o componente que garante a transmissão dos conhecimentos na parte branca do cérebro, tanto em pessoas bilíngues, como naquelas que aprendem um segundo idioma.